“Tradição imbecil de queimarem fogueiras” diz diretor da ASPLAMA em Bezerros

O diretor da ASPLAMA, Audemario Prazeres, que está a frente do órgão governamental de ações ao Meio ambiente no município, decidiu ir às redes sociais para de forma não institucional defender a não queima de fogueiras. “Não queime fogueiras, plante uma árvore” sugeriu em um post, ao escrever nova publicação o diretor classificou com “tradição imbecil  de queimarem fogueiras” a ação cultural dos festejos juninos.
Durante as vésperas e dias de Santo Antônio, São João e São Pedro todo o nordeste mantém a tradição de queimar uma fogueira, reunir a família e de realizar comidas típicas principalmente com base no milho.

Você sabia ?

Como nasceu a tradição da fogueira da festa junina?

Para os católicos, a fogueira é símbolo de um acordo entre as primas Maria e Isabel. Numa tarde, Santa Isabel foi à casa de Nossa Senhora (Maria) e aproveitou para contar-lhe que, em breve, iria nascer seu filho. Ele se chamaria João Batista. Nossa Senhora queria ficar informada sobre o nascimento e perguntou: – Como poderei saber do nascimento do garoto?
– Acenderei uma fogueira bem grande; assim você poderá vê-la de longe e saberá que Joãozinho nasceu. Mandarei, também, erguer um mastro, com uma boneca sobre ele.
A promessa foi cumprida e, um dia, Nossa Senhora viu uma fumacinha e depois umas chamas bem vermelhas. Dirigiu-se para a casa de Isabel e encontrou o menino João Batista, que mais tarde seria um dos santos mais importantes da religião católica. Isso se deu no dia 24 de junho. Começou, assim, a ser festejado São João – com mastro, fogueira, foguetes, balões, danças, etc.

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