O site apurou a informação, da prefeitura, de que ” a decisão de suspender cirurgias de mulheres grávidas (cesarianas) foi exclusiva do hospital Jesus Pequenino”. A unidade de saúde esclareceu que há uma cota de apenas seis (6) cirurgias/mês do município e que a demanda, referente ao mês de novembro, já foi alcançada. O hospital nega que tenha suspendido as cirurgias, inclusive deve cumprir com a cota do mês de dezembro. A reportagem indagou se os repasses pelo serviço estavam em dia e foi informada que o município completará três meses com o pagamento em aberto.

Da redação: Como se nota, a cota de cirurgias do município (seis atendimentos/mês) é irrisória. Por isso, a necessidade urgente da reabertura do bloco cirúrgico na Unidade Mista ou a ampliação da cota no HJP.

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