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valÉ uma aplicação à longo prazo, considerada como uma aposentadoria, mas como todo investimento envolve alguns riscos. Tem como principal objetivo evitar uma redução drástica da renda na aposentadoria. Indicado para quem receba mais que o teto da previdência social, não participa de fundos de pensão ou não tenha formado uma poupança para a aposentadoria.

Basicamente, existem duas modalidades de previdência privada: o Plano Gerenciador de Benefício Livre (PGBL) e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL).  As vantagens são: o investimento fácil, variadas formas de resgate e o desconto no Imposto de Renda. No primeiro plano, você tem um desconto de 12% no valor total sobre o qual será deduzido o imposto. Por exemplo, digamos que você tenha recebido R$ 72 mil. Fazendo as contas, 12% de 72 mil é igual a R$ 8.640,00. Logo, o imposto será calculado apenas sobre R$ 63.360,00. Mas isso só vale para quem faz a declaração completa do Imposto de Renda. Se você prefere declarações simplificadas, a melhor opção é o regime VGBL. Nesse segundo caso, o desconto é calculado sobre o rendimento da aplicação, e não sobre o valor total. Isso quer dizer que a tributação só é feita no momento do resgate.

A maior desvantagem é o custo alto, pois dependendo da taxa cobrada, os benefícios fiscais se perdem. Há também o risco da empresa administradora do plano entrar em falência e também da inflação corroer o investimento. Portanto, é muito importante fazer um Plano de Previdência Privada com uma administradora de tradição no mercado, acompanhe o rendimento e fique atento se o rendimento está superando a inflação.

Maria Valdilene é economista e pós graduanda em gestão pública

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Fonte: Bezerros Agora / Clique aqui e veja essa e outras notícias.

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