O Governo do Estado anunciou que serão utilizadas a CoronaVac e a Pfizer. A previsão é de que os municípios recebam as doses até o dia 25 de janeiro.

Fonte Ne10

O secretário estadual de Saúde, André Longo, comandou, nesta quinta-feira (07/01), a primeira reunião do Comitê técnico estadual para acompanhamento da vacinação contra a Covid-19.

Na ocasião, foi apresentada a versão preliminar do Plano de operacionalização da campanha, que prevê imunizar mais de 2,8 milhões de pessoas distribuídas em quatro grupos distintos.

“O documento apresenta os grupos prioritários da vacina e traz sugestões para que os gestores municipais otimizem o uso do insumo, evitando perdas e conseguindo chegar mais próximo dos beneficiados. No caso dos profissionais de saúde, por exemplo, a indicação é que a vacina seja aplicada nas respectivas unidades de atuação”, disse André Longo.

O registro da vacinação será nominal e os técnicos deverão informar a data da volta para a segunda dose, quando a proteção estará completa. Como existe a possibilidade de uso de imunizante de mais de um fabricante no país, é indispensável registrar qual foi o tipo utilizado em cada indivíduo.

INSUMOS

No momento, segundo o Estado, Pernambuco possui 3,9 milhões de seringas intramusculares em seu estoque, tipo que será utilizado na vacinação contra a Covid-19. Ainda neste mês de janeiro, está prevista a entrega de mais 2,8 milhões de unidades. Ou seja, serão 6,7 milhões de seringas disponíveis para as ações de rotina e suficiente para os primeiros três meses da campanha contra o novo coronavírus.

GRUPOS

De acordo com a superintendente de Imunizações de Pernambuco, Ana Catarina de Melo, os profissionais de saúde serão os primeiros imunizados.

“Na primeira fase, vamos vacinar os trabalhadores da saúde, que estão na linha da assistência e trabalham em vigilância em saúde. Vamos vacinar os índios aldeados nas 11 etnias do estado e a população de 75 a mais e os idosos a partir de 60 anos que estão em instituições de longa permanência”, declarou a superintendente.

Uma das ações sugeridas pelo esquema é a aplicação de doses da vacina nas unidades de saúde em que os profissionais trabalham, para evitar perdas e agilizar a imunização.

“No segundo momento, vamos vacinar os idosos a partir de 60 anos. Na terceira fase, os indivíduos com comorbidades, então, em breve vamos detalhar quais são. É muito importante, em todos os grupos em que exista algo que identifique que aquele indivíduo pertence ao grupo. Então, para as pessoas com comorbidade, é preciso levar a prescrição médica indicando que o indivíduo tem a comorbidade estabelecida”, explicou Ana Catarina de Melo.

O quarto grupo a ser imunizado, segundo o governo, é composto por profissionais das forças de segurança, trabalhadores da educação, caminhoneiros, transporte aéreo, pessoas que trabalham nos portos, quilombolas e funcionários do transporte coletivo de ônibus e metrô.

Blog do Mário Flávio

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