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Família sobrevive apenas com benefício do INSS

Wanderson Moura tem 18 anos e e nasceu com umadoença genética rara na pele, chamada de Epidermólise Bolhosa Adquirida. A doença exige um tratamento médico para amenizar os efeitos do problema. A família, que vive na Vila do Rafael, zona rural de Caruaru, no Agreste de Pernambuco, não tem condições de pagar o tratamento e precisa de doações para manter os procedimentos necessários.

De acordo com a mãe do jovem, Josicleide Luiza, a família vive apenas com um salário mínimo, pago pelo INSS. “Tem pessoas que ainda lembram dele, graças a Deus, e não deixam de vir na minha casa. Mas as pessoas que queiram ajudar, podem doar massa, leite, lençol. Tudo que vir, eu recebo de coração, porque ele precisa”.

A mãe afirma que precisou aprender a fazer curativos. “A pele deve é muito sensível. A gente vive em alerta. Não pode deixar as feridas crescerem ou ficarem inflamadas. É uma rotina pesada e muito difícil para ele, mas a gente consegue superar. Conseguimos manter as receitas em dia e pegar os remédios necessários.

O jovem aproveita o tempo que tem para pintar. A arte se transformou em uma forma de conseguir amenizar o tratamento. “Eu peço ajuda para que doem quadros porque eu pinto os quadros e vendo para comprar novas telas”, disse. Para contribuir, você pode ligar para os telefones (81) 9 9299-0566 ou (81) 3712-4069.

De acordo com o dermatologista Francisco Almeida, que acompanha o caso de Wanderson, a doença está estável. “Ele é um paciente que conta com uma boa assistência da mãe, que é extremamente dedicada. Isso é muito importante. A doença não tem cura, mas pode ser amenizada. Vejo ele uma vez por mês, para renovar receitas e observar avanços. Apesar de tudo, é um paciente que vive de forma estável.”

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Fonte: Bezerros Agora / Clique aqui e veja essa e outras notícias.

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