Homem atravessava a Estrada Dias Martins, em Rio Branco, quando foi atingido pelo caminhão do 7º BEC e bateu a cabeça no canteiro central. Pedestre foi atropelado quando atravessava a Estrada Dias Martins, em Rio Branco
Lidson Almeida/Rede Amazônica Acre
Um pedestre, identificado como Algenir Guterres, foi atropelado por um caminhão do 7° Batalhão de Engenharia de Construção (7° BEC), na Estrada Dias Martins, em Rio Branco. A vítima atravessa a via, quando foi atingido pelo caminhão, nesta quinta-feira (1).
O 7º BEC afirmou que vai se posicionar sobre o acidente por meio de nota, ainda nesta quinta.
Atendimento
Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local e encaminhou a vítima em estado gravíssimo para o Hospital de Urgência e Emergência (Huerb).
Ao G1, o médico e coordenador do Samu, Pedro Pascal, explicou que o pedestre estava sem documentação, e usava apenas um cartão de ônibus no nome de Algenir Guterres. Ainda segundo Pascal, o pedestre aparenta ter entre 60 a 70 anos.
A via é a mesma onde ocorreu um acidente de trânsito, em maio, que vitimou Silvinha Pereira. A moto que Silvinha estava com o marido foi atingida pelo carro dirigido pelo PM Alan Martins.
Caminhão do 7º BEC permaneceu no local após acidente nesta quinta-feira (1)
Wilamis França/Arquivo pessoal
“É um paciente gravíssimo, teve sinais de hemorragia intracraniana, estava bem debilitado, teve que ser entubado e fazer umas medicações dentro da ambulância. Tem um risco grande”, reforçou.
Pascal acrescentou que a ambulância que fez o atendimento da vítima é de suporte avançado. A vítima bateu a cabeça no canteiro central da via. “Até nossa saída não apareceu ninguém lá”, ressaltou.
Perícia
O perito da Polícia Civil Haley Vilas Boas esteve no local para atender a ocorrência. Segundo ele, os laudos devem apontar como ocorreu o acidente. O perito acrescentou também que o local não tem faixa de pedestre e requer bastante atenção ao fazer a travessia.
“Temos ver a questão da intensidade do trânsito, a questão da visibilidade. Não temos faixa de pedestre próximo do local, então, temos que ter, tanto condutores de veículos como os pedestres que vão fazer a travessia, a cautela devida para que eventos dessa natureza não ocorra”, reforçou.
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