Ao lançar o olhar para a realidade que o mundo está atravessando, percebe-se que as pessoas estão cada vez mais vulneráveis a desenvolver uma série de transtornos mentais em decorrência da nova forma de vida que é imposta pelas autoridades sanitárias, numa tentativa de barrar a pandemia da COVID-19. As medidas de distanciamento social que são adotadas têm corroborado para conter o avanço do coronavírus, mas, em contrapartida, têm levado as pessoas a desenvolverem patologias como depressão, ansiedade, síndrome do pânico, transtorno obsessivo compulsivo, dentre outras. Dessa maneira, se faz necessário lançar mão de medidas preventivas, em termos de saúde mental, para que tais doenças também sejam contidas, pois, do contrário, se acabará com a pandemia da COVID-19 e se estará diante de um outro tipo de pandemia, a pandemia dos transtornos mentais. Quando se fala em medidas preventivas, voltadas para a saúde mental, pode-se elencar as seguintes: Campanhas de conscientização e informação; estratégias de enfrentamento da solidão provocada pelo isolamento social; uso consciente das redes sociais, como meio de diminuir o afastamento entre as pessoas; dentre outras medidas que poderão ser adotadas para minimizar o problema. Além das medidas preventivas supracitadas, pode-se adotar, ainda, medidas de cuidado da saúde mental, como o acompanhamento psicológico, por exemplo. Pra quem não está conseguindo, por si só, enfrentar as situações decorrentes da pandemia, o ideal seria lançar mão de um processo de psicoterapia como estratégia de enfrentamento, e mais que isso, como uma maneira eficaz de autoconhecimento e autocuidado. Não se deve procurar um psicólogo apenas quando está doente, mas sobretudo quando sente a necessidade de caminhar na companhia de alguém que irá contribuir com o cuidado da saúde mental e, fazendo uso da Ciência Psicológica e das técnicas desenvolvidas pela mesma, irá conduzir o indivíduo pelas vias do autoconhecimento e do seu crescimento como pessoa. Sendo assim, o profissional de Psicologia estará ajudando a cada indivíduo no que diz respeito à sua emancipação como sujeito e ao seu reconhecimento como ser ímpar, singular, único no mundo circundante. Por fim, sugere-se que, no cotidiano, sejam adotados comportamentos que visem minimizar os efeitos da pandemia e do isolamento social. Seguir à risca as orientações das autoridades sanitárias, respeitando as normas de distanciamento e de cuidados em relação ao riscos de infecção pelo novo coronavírus, se torna uma necessidade com vistas ao fim da pandemia. Ao ficar em casa, desenvolver práticas de leitura de bons livros, navegar em bons sites na internet, fazer uso adequado das redes sociais para conversar com amigos que estão distantes, ou até mesmo próximos, mas que não podem ter contato, fazer um curso online ou escrever poesias e outros textos e até mesmo praticar exercícios físicos como caminhadas, corrida, alongamentos, desde que seguidas as medidas de proteção são estratégias que poderão ser adotadas para minimizar qualquer sofrimento psíquico decorrente da situação pela qual se está passando.

Antonio Sabino da Silva
Psicólogo
CRP 02/16390

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