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bezerros news10O estado de Pernambuco vem sendo alvo do mosquito Aedes Aegypti, que transmite três vírus diferentes, sendo eles: dengue, chikungunya, e o tão temível zika vírus que tem o poder de causar microcefalia em fetos em desenvolvimento.

 Porém o mosquito não contava com uma bactéria que teria capacidade de destruir suas larvas, a bactéria Bacillus thuringiensis israelensis, que vem sendo estudada há 16 anos pela engenheira química Christine Lamenha da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Onde foram desenvolvidas pesquisas sobre tais possíveis mecanismos para derrotar a larva que está atingindo a população.

 A pesquisadora afirma que: A bactéria é capaz de produzir cristais  tóxicos específicos às larvas do Aedes aegypti. A larva se alimenta dessa toxina ocasionando a letalidade (morte) desta larva em até 24 horas.

 Foram desenvolvidos pelos pesquisadores a toxina no estado líquido e em pó, o objetivo é jogar essas substâncias nos possíveis focos do mosquito que assola o estado e o país. Tendo como expectativa testar os produtos nas comunidades até o fim deste ano, tendo como barreira produzir em larga escala.

 Para contribuir com as pesquisas a Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe) investirá na ideia cerca de R$199 mil reais. Que investirá cerca de 3 milhões de reais para projetos do gênero.

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Fonte: Bezerros News / Clique aqui e veja essa e outras notícias.

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