Como Gerar o CSC para NFC-e

Como Gerar o CSC para NFC-e



O CSC já pode ser gerado pelo contribuinte com Certificado Digital através do E-Fisco,

1º Acessar o site: www.sefaz.pe.gov.br

2º Acessar e-fisco Are Virtual com certificação digital

3º Tributário

-NF-e CT-e Documentos Fiscais Eletrônicos (DFE)

– Cadastrar Código de Segurança do Contribuinte (CSC).

-Em seguida clicar o botão INCLUIR e preencher os dados.

Novos contribuintes terão que emitir Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica

Novos contribuintes terão que emitir Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica


Os contribuintes que se inscreverem no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco (Cacepe), a partir de 1º de agosto, estarão obrigados a emitir a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e). A obrigatoriedade foi estabelecida através do Decreto nº 44.691/2017, de 10 de julho de 2017. Esses contribuintes não serão autorizados a utilizarem o Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECP), sendo vedada a eles a emissão de cupom fiscal e da Nota Fiscal de Venda ao Consumidor (NFVC).

O decreto também estabelece que os antigos contribuintes, inscritos no Cacepe antes de 1º de agosto de 2017, terão que adotar a NFC-e de forma definitiva a partir de 2018. Será publicada uma portaria pela Secretaria da Fazendo do Estado de Pernambuco (Sefaz-PE) estabelecendo o calendário para a adoção obrigatória da NFC-e por esses contribuintes, tendo como base a atividade econômica específica de cada um deles.

A NFC-e é um documento de existência digital, emitido e armazenado eletronicamente, que tem o objetivo de documentar as operações comerciais de venda presencial ou de venda para entrega no domicílio do consumidor, efetuadas dentro do Estado. Em comparação ao cupom fiscal e a NFVC, a NFC-e traz vantagens para o contribuinte tais como redução de gastos com papel, possibilidade de utilização de qualquer impressora e simplificação nas obrigações correlatas à emissão.

A longo prazo, a NFC-e tem como objetivo substituir tanto o Cupom Fiscal quanto a NFVC. Atualmente, a regra geral é que os estabelecimentos comerciais que vendam para o consumidor final, como é o caso de bares e restaurantes, emitam cupom fiscal. Já para empresas cadastradas no Simples, que estejam em determinadas faixas de faturamento anual, ainda é possível o uso da NFVC, que possui menor grau de informatização. Nos dois casos será exigida a emissão da NFC-e no próximo ano.

A Sefaz-PE disponibilizou em seu site o Manual da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica que esclarece eventuais dúvidas acerca do uso da NFC-e. Para acessar o manual, o contribuinte deve clicar na aba de “serviços”, depois ir para a opção “Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica” e, por fim, acessar o link “Guia da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica”. O endereço para acesso imediato ao manual é https://www.sefaz.pe.gov.br/Servicos/Nota-Fiscal-de-Consumidor-Eletronica/Paginas/Guias-e-Procedimentos.aspx.

Veja como será Simples Emitir NFC-e com a SOFTCOM Clique Aqui!

Franquia CARUARU-PE
81 3136-3769 ou 81 9 9651.3421

Receita declarada por contribuintes do Simples Nacional será fiscalizada

A Secretaria da Fazenda do Estado de Pernambuco (Sefaz-PE) iniciou um levantamento de dados com o objetivo de apontar inconsistências entre o valor da receita bruta declarado pelos contribuintes pernambucanos inscritos no Simples Nacional e os valores nas operações com cartões de crédito e débito informados pelas instituições financeiras. A partir de julho, os contribuintes que apresentarem discrepâncias entre a receita bruta mensal, informada através do Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional – Declaratório (PGDAS-D), e a movimentação financeira proveniente das operações com cartões de crédito e débito receberão uma carta apontando as inconsistências.

Após isso, eles terão 45 dias para providenciar a retificação do PGDAS-D, informando a receita bruta efetivamente auferida e o recolhimento da diferença dos tributos por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). A opção de justificativa para os contribuintes que forem comunicados sobre a divergência de dados, mas que acreditem que houve erro por parte da Sefaz-PE, não será oferecida dentro do prazo de 45 dias. Entretanto, em um segundo momento eles serão acionados para exporem suas razões.

“Estamos fazendo uma análise cuidadosa e a chance de erro é muito baixa. Porém, nos casos em que o contribuinte não retificar o PGDAS-D, por qualquer motivo, ele será abordado mais adiante. Antes da Sefaz-PE tomar qualquer medida, o contribuinte terá a oportunidade de se defender no curso do processo”, comentou o diretor da Diretoria Geral do Planejamento e Controle da Ação Fiscal (DPC), Flávio Mota. Os contribuintes irregulares estão sujeitos à ação fiscal e bloqueio da inscrição estadual, conforme disposto no art. 8º, incisos IX e XIII da Portaria SF nº 140/2013.


Instalador CAGED | Blog

Instalador CAGED | Blog


Enviar Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *