Por Edgar Lino Ferreira

Em sessão com expectativa de debates, como vem ocorrendo ultimamente após a renúncia do prefeito Branquinho, nesta  terça o tempo foi quente, na fase da tribuna. O orador Junior de Carvalho, mostrando outra face, com som estridente, denunciava o mal funcionamento  da Casa Legislativa dizendo que sua autonomia como legislador estava sendo colocada em segundo plano referindo–se a LOA.  Lei Orçamentária Anual,  tramitando naquele legislativo. Afirmando que funcionários não o atendiam bem.  A seguir Gabeira, usando a tribuna passou a lhe responder com calma e palavras comedidas. Porem antes que completasse seus argumentos o seu antecessor,  sem pedir apartes,  passou a tumultuar com palavras acaloradas em sem nexo. Pedindo sua calma o presidente  em exercício Eliel, mesmo assim o vereador alvorava  não deixando a sessão prosseguir. Dado recado Gabeira reassume a presidência  e abre espaço  ao  Vereador Nivaldo que da mesma forma passa a criticar severamente a presidência com argumentações sem nexo e desnecessárias. E da mesma forma criticou a Midia – quer dizer a imprensa -, assacando lhe omissão e  tendências  indesejáveis .  Na sua fala repugnou oradores da oposição em sessões anteriores. A seguir usou a palavra o Vereador Toinho do Boi Gordo com suas peculiaridades agressivas atacando Nivaldo ao dizer que ele era situação porque sua mulher ocupava já há tempo a Secretaria Municipal. Dando entender que era cargo cala boca. Afirmou  que o vereador não deveria estar ali porque não teve votos necessários,  pois só chegou com arrumação de nomeação do titular do cargo na  secretaria municipal  local. Enquanto falava era indevidamente aparteado pelo contendor, sem lhe ser concedido apartes regimentais e embora repreendido pela presidência não cessava na empreitada. Sabendo de sobejo que aquela atitude era reprovável e  nunca fora aceita quando  presidente, e o pior por ser  advogado. E sempre sem apartes concedidos tumultuava os trabalhos como um aprendiz.  E ao meio do tempo quente. Logo após a presidência  encerrou a  sessão por não haver outra inscrição para a tribuna. Enquanto os nobres Edis se afastavam as agressões  prosseguiram. O Vereador Nivaldo redarguindo o Vereador Toinho consequentemente chegaram a se atracar, ao meio de deixa disso até a Guarda Patrimonial do Executivo, indevidamente invadiu o plenário e participou dos acertos e  desfeitos. Restou mal para o legislativo uma vez que os Nobres Edis abusaram do ambiente e partiram para agressões verbais e físicas ao meio de ações indevidas dos guardas municipais ali postos sem atribuições para o caso da segurança do legislativo.  

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