ÀS VEZES É NECESSÁRIO SILENCIAR

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Mediante alguns momentos, situações, confrontos ou pessoas, e em meio a alguns desentendimentos, indiferenças, ou discussões, podemos sofrer retaliações, julgamentos errôneos, discriminações, podemos também sermos injustiçados, subestimados, provocados e insultados. Mas, diante desses contextos e circunstâncias podemos nos exceder também, dizer o que não deveríamos, magoar pessoas, arruinar uma situação, e errarmos pelo impulso e precipitação nos atos e nas palavras. Por isso, perante muitos desses cenários e sob certos aspectos circunstanciais, não é a euforia, a raiva, o temperamento elevado, nem tão pouco a provocação e os confrontos que vão dar a melhor resposta ou criar o melhor resultado. Quando o contexto se mostra muito desfavorável a nós, quando somos julgados e apontados injustamente, quando somos insultados e provocados, ou quando entramos em um conflito ou discussão sem termos contribuído diretamente para tais ocorrências, é preciso silenciarmos. E silenciar não significa ficarmos submissos aos acontecimentos negativos ou as pessoas maldosas e prepotentes. Mas, o silêncio é recolhimento do terreno minado, silenciar é fechar também os ouvidos, a boca e os olhos para questões que não merecem nossa atenção, para situações que não merecem o desperdício do nosso tempo e da nossa energia. Silenciar é nos policiarmos para não cairmos nas grades da imprudência, é simplesmente deixarmos que o outro grite sozinho, que brigue sozinho, e que as coisas se ajeitem em seu próprio tempo, sem a interferência da nossa atitude insensata, para que o tempo traga as repostas sem o barulho dos descontroles e dos confrontos. 
A palavra para hoje é SERENIDADE.

(Mariana Helena de Jesus)
@marianahelenadejesus
www.marianahelenadejesus.blogspot.com.br

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Fonte: Bezerros Hoje

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