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A presença do pai é de fundamental importância, tanto na gestação como no
nascimento do bebê, auxiliando e tranquilizando a mãe.
Proporcionando que seja estabelecido o vínculo mãe-bebê de forma saudável, onde a mãe sente-se tão frágil para cuidar de bebê como gostaria. Segundo Klaus, Kennell & Klaus (2000) o pai não
é somente um substituto da mãe, é também um alimentador que o recém-nascido necessita. O bebê e a mãe necessitam de cuidados. Para tanto, é necessário que o pai promova a essa dupla um ambiente saudável, onde a mãe pode circular sem que haja quaisquer interferências externas ao que está vivenciando com seu bebê (WINNICOTT, 1966).
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Quando o pai se faz presente nos cuidados do bebê e da mãe, disponibilizando a ambos atenção, carinho, amor, rejeita algumas de suas vontades. Sendo que, por vezes a mãe preferirá cuidar de seu bebê sozinha. Isso pode despertar no pai, sentimentos como, ciúmes do bebê, rejeição por parte da esposa, e também
reavivar lembranças do passado e de sua infância, já que o nascimento aflora ainda mais questões pertinentes a maternidade, paternidade e aspectos subjetivos dos pais.
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Sobre isso, concluímos que o pai tem um papel importante e faz toda a diferença para
que a mãe sinta-se protegida e assim consiga proteger seu bebê. Bem como diz Winnicott (2001) “Quando o par mãe-filho funciona bem, o ego da criança é de fato muito forte, pois é apoiado em todos os aspectos” (p.24). Os bebês bem cuidados rapidamente estabelecem vínculo com as pessoas e isso só pode acontecer quando o pai consegue compreender a maternagem e se deixar influenciar por ela.
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KLAUS, K.; KENNELL, J.; KLAUS, P. Vínculo: construindo as bases para um apego seguro e
para a independência. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.
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WINNICOTT, D. W. A família e o desenvolvimento individual. São Paulo: Martins Fontes,
2001.


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