Por Joelson Lima – Jornalista

Chegamos bem no início do século XXI, ahh sim chegamos! Quando me refiro ao termo como se fosse uma vitória, pode-se dizer que sim. Atravessamos um século de guerras, conflitos e tantas formas de violências, brutalidades que estarmos nesse período é motivo de comemoração, mas… nem tanto. Ainda adentramos com motivos para ficarmos de orelhas pro alto. A modernidade atrelada a globalização cada vez mas acelerada faz com que nós ainda precisemos pisar em ovos todos os dias.

Cenas de violência acabaram? Claro que não, acho que nunca se viram em tantas formas em tantos lugares. Não temos mais guerras de nível mundial (escapamos de uma há pouco com as irmãs coreanas briguentas), mas assassinatos continuam assombrando cada cidadão. Compramos isso com o tempo? Nos tornamos mais ariscos para nos defender? Acho que o pensamento individual tem aquela parcela gorda nisso. Hoje somo felizes, mas olhamos para nosso umbigo cada vez mais.

Queria saber qual o freio disso? É difícil viu?! As possibilidades são muitas para que os homens afundem na desgraça. A nossa política (daqui dos brazucas) é cada vez mais vergonhosa. Precisamos dela, precisamos manter a política no dia a dia, mas desse jeito não da! Todos os dias, eu repito, TODOS OS DIAS, aparecem novas notícias que envergonha o país, é uma rotina triste, mas nós fizemos isso não é?

Quem quer entrar no poder hoje está preparado? Nas redes sociais os absurdos de pretensos candidatos chegam a beirar a doidice mesmo. Tivemos loucos no passado, ditadores, gente idiota que aperfeiçoou a idiotice, mas agora parece pior. Não aprendemos mesmo com tantos erros, tragédias e caos.

A humanidade fez coisas boas, sim, claro. Isso é inegável, porém muitas delas morreram no tempo e outras péssimas perduram até hoje, quer um exemplo? O Ministério do Trabalho divulgou faz poucos dias a lista de pessoas e empresas que são acusadas de manter pessoas em regimes de escravidão. Como fiz a turma: “Diga aí?! Pois é amigos, a situação foi comprada por nós, agora pagamos o pato, até quando hein?

  • Atrevo-me a escrever hoje essa coluna, no espaço cedido pelo comunicador Sérgio Leão. Dessa vez o mesmo esteve impossibilitado de contemplar seus leitores diante dos cuidados com a sua querida mãe, Dona Maria Leão, a qual nós estamos sempre torcendo por melhoras na saúde. Mas, no próximo sábado ele estará de volta, com seus jargões únicos e inconfundíveis.
    Joelson Lima – Jornalista DRT PE 4158

Fonte: Bezerros Agora .

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