Amar é um exercício que requer doação, desprendimento de si mesmo e altruísmo. Ninguém ama por contrato, com cláusulas estabelecidas sobre reciprocidade e troca negociada sobre “dar e receber”. No amor não há o controle de intensidade, ou de limite de sentimentos. Como já foi dito “Coração é terra que ninguém manda”, você não escolhe, é escolhido do coração. Você não prende ninguém, é aprisionado pelo sentimento, e não há garantia para você receber na mesma proporção que der. Por isso, amar é uma dádiva para quem sente, mas na maioria das vezes está arriscado a acarretar dores, ausências, sofrimentos e lágrimas, quando não retribuído. Porém, não pode ser apontado como “ingrato” aquele que é amado e não corresponde. Pois ninguém é obrigado a amar de volta, o amor, os sentimentos simplesmente acontecem, por uma sintonia de corações e por uma união espiritual de almas, é generoso, sublime e pleno. Contudo, se você vivencia dolorosas angústias e sofrimentos por um amor não correspondido, ou vive rodeado por relações contaminadas de ingratidões, então não deve viver aprisionado por esse sentimento, por essas relações e pela sombra dessas pessoas, buscando realizações e reconhecimentos que se mostram difíceis ou impossíveis de acontecer. Desprender-se das ilusões é fundamental para que você se reconstrua, se fortaleça, e se ame acima de tudo, e consequentemente, que possa apostar em pessoas que somam, e que podem realmente vivenciar uma história real e recíproca na tua vida.
A palavra para hoje é LIBERTAÇÃO.

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