Mesmo sendo dono de estabelecimento com nome forasteiro, seu Adeildo Ferreira tem sangue bonitense. Nasceu na cidade do Agreste pernambucano há mais de meio século, quando as belezas naturais dali ainda nem eram tão disputadas pelo turismo local. Após 28 anos comandando o almoço e jantar no Restaurante Cearense, viu muito mudar. Mas não lembra de nada comparado à estrutura de ferro que, dividindo espaço com os balões, começou a cortar o céu da cidade em direção à Serra do Araticum, um dos pontos mais altos de Bonito, a 136km do Recife. Ali, suspensos por cabos de ferro, quatro teleféricos ensaiam as primeiras viagens para a vista privilegiada, que antes só podia ser acessada por meio de uma estreita estrada de barro. Os 20 minutos de subida podem até deixar quem tem medo de altura apreensivo, mas o destino final é daqueles que só alimentam a mania de grandeza do pernambucano. Continue lendo no Diário de Pernambuco

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