6 a 18 meses:
As atividades, nessa fase, devem incentivar o bebê a se concentrar, desenvolver sua memória e praticar o autocontrole básico. Vale brincar de cadê/achou, esconder algo sob um pano ou pedir que ele arrume os brinquedos igual a você. Os maiores adoram imitar os pais em tarefas do dia a dia, como varrer o chão. O importante é sempre estar atento aos interesses do seu filho e deixar que ele determine a duração da brincadeira.

18 a 36 meses:
A criança está desenvolvendo muitas habilidades físicas e de linguagem, sendo necessário desafiá-la nesse sentido. Peça que ela separe objetos por tamanho, forma e cor; converse sobre os sentimentos dela e estimule brincadeiras ao ar livre, como jogar bola e correr até uma linha de chegada imaginária.

3 a 5 anos:
Enquanto os menores estão assimilando regras e estruturas, os mais velhos ganham independência. Atividades que envolvem imaginação, como brincar de médico, ou equilíbrio, como dançar e congelar quando a música pausa, são úteis nessa transição. Essa pode ser uma boa hora para introduzir seu filho na cozinha – se ainda não começou!

5 a 7 anos:
As crianças começam a gostar de brincadeiras desafiadoras, que estimulem sua capacidade de planejamento, flexibilidade e concentração. Não à toa, essa é a classificação inicial para a maioria dos jogos de tabuleiro. Quebra-cabeças, caça-palavras e charadas são uma boa pedida, mas as agitadas, como brincar de dança das cadeiras ou queimada, também fazem sucesso. Divirtam-se!

Via Revista Crescer 🌷


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